
A correria do dia a dia dos servidores da Brigada Militar faz com que muitos entrem em depressão, o que causa o afastamento das atividades para tratamento. Não há números oficiais, mas a estimativa é de que pelo menos 2% da tropa da região esteja afastada das atividades. Conforme o Presidenteda ABAMF, Jadir Luza, Passo Fundo não disponibiliza atendimento psiquiátrico e psicológico. Hoje é necessário o atendimento pelo IPE que pode demorar mais de 60 dias.
Quando os servidores apresentam um atestado, profissionais de Porto Alegre e Santa Maria vem a Passo Fundo somente para dar validade. O atendimento é realizado uma vez por semana. Jadir disse que a preocupação é muito grande. Lembrou que somente em Passo Fundo 2 suicídios já aconteceram neste ano.