BEM VINDO

 VISITANTE Nº --

Interatividade

Archimedes Marques
Seg. Pública
PAULO ROGERIO NASCIMENTO DA SILVA

Artigos
Postado em: 25/11/2011 às 10h47
TAMANHO DA FONTE  A- A+
O policiólogo

por Danillo Ferreira

Como se chama o estudioso de polícia? O especialista; aquele profissional que será consultado sempre que se quiser saber algo mais aprofundado sobre segurança pública. Como denominá-lo? Depois que estigmatizamos o termo “policiólogo” – usado de modo pejorativo para designar especialistas de outras áreas que se propõe a discutir segurança pública – ficou difícil denominar o douto na matéria.


Há alguma razão para a reprovação de alguns palpites dados pelos “policiólogos” (muito deles sensacionalistas e infundados), mas a razão some quando se procura o porquê dum termo tão evidentemente útil – tal qual o já usual “biólogo” – tornar-se um xingamento, uma pecha. Não que eu esteja mesquinhamente reclamando a palavra, trata-se de algo maior: o mau emprego do termo nos faz tirar algumas conclusões sombrias, advindas da análise dessa inadequação.

A rechaça à policiologia, ou ao estudo da polícia e da segurança pública como um todo, ainda encontra terreno fértil em nossas corporações policiais – sejam militares ou civis – embora essa não seja a postura adotada oficialmente por nenhuma instituição. Ainda temos policiais que negam a teorização e a discussão dos nossos procedimentos, escondendo-se, principalmente, em suas experiências não-científicas possuídas na atuação do dia-a-dia. Não que todos os policiais devam se tornar estudiosos superiores de polícia, pelo menos por enquanto isso não é possível, nem mesmo em polícias mais abastadas que as estaduais brasileiras. Mas precisamos de policiais abertos à teoricidade, disponíveis aos ensinamentos frutos de posturas científicas.

Do mesmo modo, e talvez esse seja um desdobramento do entendimento defensor do empirismo como único balizamento da atuação policial, há os que nostalgicamente desejam remontar um ambiente organizacional já extinto, e para isso ignoram toda e qualquer inovação ou demonstração teórica da necessidade de mudanças, ou de alinhamento com uma realidade díspare daquela que vivera – e isso ocorre em todos os níveis decisórios.

A questão, percebam, é cultural. Enquanto organizações com um processo de evolução mais avançado estão procurando motivar seus participantes para inovar, criar e produzir, nós, policiais, ainda precisamos nos convencer de que o estudo dos ambientes interno e externo, e a aplicação das conclusões tiradas, é o melhor caminho para evoluir. Mesmo com as carências financeiras e logísticas, ainda há muito potencial inexplorado de aperfeiçoamento. Gratuito, disponível. Para usufruir desses bens, ouçamos os policiólogos – não aqueles falaciosos que aparecem na televisão, mas os dedicados e competentes policiólogos policiais, a velha e boa prata da casa.

Abordagem Policial



 
LINK - ESPALHE POR AÍ!
 
Outras Notícias sobre Artigos
 
Sáb, 19 de Mai de 2012
 Últimos Vídeos
Deu erro - coletânea de fail
Data:14/05/2012
Visitas:73
Eu não sou daqui - Fabiano Mendes
Data:07/04/2012
Visitas:683
Segurança Pública - Brasilianas.org
Data:29/02/2012
Visitas:455

   Destaque da semana
Chamou atenção!!
Condomínio Mário Quintana com últimas unidades à v...
Publicidade

Oferecimento


Pesquise no portal.::
NOTÍCIAS REGIONAIS ENTRETENIMENTO A ENTIDADE SERVIÇOS

ONDE ESTÃO NOSSOS VISITANTES

 


©2012 - ABAMF - todos os direitos reservados! - Laboratório Web